Universidade Federal de Pernambuco

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) é uma das melhores universidades do País, em ensino (graduação e pós-graduação) e pesquisa. No âmbito internacional, a instituição está entre as mil melhores do mundo e a 14º melhor do país, segundo o The Word University Ranckings 2018.
A UFPE também se destaca em avaliações nacionais que levam em consideração, para a graduação, os índices de desempenho dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), a estrutura das instituições e o investimento em professores e nos cursos, reunidos agora no Índice Geral de Cursos (IGC), e da titulação e produção científica dos professores da pós-graduação – pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), estas duas avaliações do MEC.
Nos últimos anos, como parte de programas de ampliação do ensino do Governo Federal, a Universidade expandiu a sua atuação e hoje conta com três campi, localizados no Recife, em Vitória de Santo Antão e em Caruaru
No período de 2005 a 2016, mais de 2.500 vagas foram criadas em cursos de graduação. Neste período, mais de 30 cursos foram implantados, entre eles Cinema, Arqueologia, Museologia, Dança, Sistemas de Informação, Engenharia de Materiais, Engenharia de Energia e Engenharia Naval. O crescimento é decorrência, principalmente, de dois programas do Ministério da Educação: o de Interiorização do Ensino Superior e o de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

Reitorado
Reitor: Alfredo Macedo Gomes
Vice-Reitor: Moacyr Cunha de Araújo Filho

Missão
De acordo com Plano Estratégico Institucional (PEI) 2013-2027 
Como instituição pública, promover a formação de pessoas e a construção de conhecimentos e competências científicas e técnicas de referência mundial, segundo sólidos princípios éticos, socioambientais e culturais.
A Universidade contemporânea não pode deixar de cumprir funções, antecipar e atender solicitações da sociedade global que se renovam, mudam, se ampliam e exigem, sobretudo, novas competências institucionais (entendidas como a capacidade técnica e ética de responder a tais solicitações e antecipá-las) que precisam ser desenvolvidas enquanto projeto institucional duradouro, sem, no entanto, abandonar as exigências de responsabilidade moral, de cuidado com o meio ambiente e de respeito à diversidade cultural como fundamentos de uma convivência social mais igualitária, responsável e justa.

VISÃO
Ser uma universidade de classe mundial comprometida com a transformação e desenvolvimento da humanidade. A noção de Humanidade, aqui adotada, não se refere ao conjunto numérico dos homens e mulheres (demografia), mas a um conjunto de valores que supomos válidos, necessários e dignos de serem perseguidos, tais como a alteridade, a justiça, a dignidade humana, o direito dos povos, a liberdade, as diferenças culturais. Uma universidade comprometida com esta visão é necessariamente de ‘classe mundial’, o que significa, ao mesmo tempo, duas coisas: situada entre as melhores do mundo e preparada para colocar o ‘mundo’ (como mundo das significações humanas, como os sentidos que os homens atribuem às suas experiências) como centro de suas preocupações.

VALORES
A UFPE como instituição de referência baseia-se nos seguintes valores:
• Cidadania – assegurar a liberdade, os direitos e as responsabilidades individuais
e comunitárias;
• Cooperação – interagir para o bem comum: local, regional, nacional e internacionalmente;
• Criatividade – inovar teórica e aplicativamente, na construção interdisciplinar de
conhecimentos relevantes à transformação socioambiental;
• Sustentabilidade – produzir conhecimento eticamente responsável, consciente
de que desenvolvimento econômico e social é perfeitamente compatível com preservação
ambiental;
• Dignidade – tratar e retratar com respeito toda pessoa e comunidade;
• Diversidade – respeitar as características distintivas de pessoas e comunidades, em seus modos de ser e agir;
• Equidade – promover o justo compartilhar das condições fundamentais ao desenvolvimento humano;
• Ética – avaliar sistematicamente os fins e as consequências sociais e humanas do conhecimento produzido, à luz das ideias de universalidade, respeito, integridade e dignidade de todos os homens;
• Integridade – promover a honestidade e a ética, nas relações interpessoais intra
e extra-campus.

Infraestrutura
A UFPE reúne mais de 40 mil pessoas, entre professores, servidores técnico-administrativos e alunos de graduação e pós-graduação, distribuídos em três campi: Recife, Caruaru e Vitória de Santo Antão.
No Campus Recife, são mais de 40 prédios, entre eles a Reitoria, nove Centros Acadêmicos, oito Órgãos Suplementares, Centro de Convenções, Concha Acústica, Clube Universitário, Creche, Casas dos Estudantes Masculina e Feminina e o Restaurante Universitário.

Fora do campus, no Recife, encontram-se o Centro de Ciências Jurídicas, o Núcleo de Televisão e Rádios Universitárias, o Centro Cultural Benfica, o Memorial de Medicina e o Núcleo de Educação Continuada. No Interior, estão o Centro Acadêmico do Agreste, em Caruaru, e o Centro Acadêmico de Vitória de Santo Antão, localizado na Zona da Mata Norte.

Endereço
Universidade Federal de Pernambuco
Av. Prof. Moraes Rego, 1235 – Cidade Universitária, Recife – PE – CEP: 50670-901
Fone PABX: (81) 2126.8000
E-mail: faleconosco@ufpe.br


Universidad de Zaragoza

El “Circular Society Lab” (CiSoLab) incorpora elementos relacionados con la Bioeconomía Circular desde muchos ejes de actuación. En nuestra web podrás encontrar todo aquello que necesitas conocer acerca de cómo se están aplicando ambas líneas, compartir experiencias, conocer proyectos, proponer ideas… y te invitamos a que formes parte de él. Necesitamos cambiar nuestro modelo económico por otro que incorpore al capital natural en la forma en que avanzamos en bienestar social. Un elemento necesario en este cambio es el movimiento hacia una Bioeconomía Circular. La Bioeconomía circular aboga por el aumento del uso de materias primas renovables no fósiles y productos sostenibles, el uso eficiente de los recursos y el enfoque circular. Es un compromiso con lo establecido en la Agenda 2030 y los Objetivos de desarrollo sostenible (ODS). Trabajamos desde la Innovación Cívica, el diseño abierto, colaboración, multidisciplinariedad, Justicia Global. Diseñamos actividades participativas para potenciar todas las areas de la Economia Circular: Movilidad, Agricultura y Alimentacion sostenible, Innovacion Social, CirculArt, Genero, Energia, Quimica Sostenible, Proteccion Ambiental.


Universidad del Atlántico

La Universidad del Atlántico (UNEATLANTICO) es una institución académica de educación superior que ofrece a sus alumnos una formación integral basada en la excelencia y comprometida con las personas. Junto a las competencias propias de cada materia o disciplina, la Universidad garantiza a todos sus estudiantes la adquisición de un alto nivel de inglés y de competencias transversales en la utilización de las tecnologías más innovadoras, del trabajo en equipo y la planificación y gestión de proyectos.

UNEATLANTICO está integrada en el sistema universitario español e imparte enseñanzas dirigidas a la obtención de títulos oficiales. El modelo educativo es presencial y concede un especial protagonismo al uso de las tecnologías de la información y la comunicación, y a una formación orientada a la práctica. Con este sistema de aprendizaje se apuesta por potenciar la autonomía del estudiante y la adquisición de competencias vinculadas a las exigencias de su profesión.

Además, para facilitar la integración de los alumnos en un mercado laboral altamente competitivo, la Universidad cuenta con numerosos convenios de colaboración con empresas y profesionales de diferentes sectores. Esta sinergia entre UNEATLANTICO, la industria y el conjunto de la sociedad permite, igualmente, potenciar perfiles especializados en los sectores más innovadores.


Universidad Nacional de Quilmes

En el siglo XXI las universidades se encuentran en un momento clave de transformación. La educación y la investigación se ven movilizadas por fenómenos como el tránsito hacia la era digital, la irrupción de nuevas generaciones (“los milenials”) y la globalización. Estas tres fuerzas, que se relacionan y potencian, producen un cambio abrupto de escenario que amerita una reflexión profunda sobre el rol de las Tecnologías de la Información y Comunicación (TICS) hacia dentro de las instituciones . El proceso de enseñanza aprendizaje, la investigación y la gestión de las instituciones se ven afectados. Lo que está en juego es la posibilidad de las universidades de cumplir o no adecuadamente sus funciones. No sólo respecto de la enseñanza y la investigación, sino también sobre cómo vincularse con la sociedad
En este proceso reflexivo se indaga y toma conciencia sobre el potencial impacto estratégico que pueden aportar estas tecnologías en el desarrollo de las funciones de la Universidad y de las transformaciones, acciones y compromisos que deben introducirse para aprovechar ese potencial y generar un cambio cualitativo.

La situación disruptiva descripta toma dimensiones particulares al contextualizarla en instituciones universitarias del conurbano bonaerense como la Universidad Nacional de Quilmes, que con recursos limitados intentan dar respuesta a un proceso de masificación en el acceso a los estudios universitarios. Enfrentan además una importante demanda de “estudiantes no tradicionales”, que históricamente no accedían a estudios universitarios. A la par de este proceso se observan altas tasas de fracaso académico y abandono. De lo que se desprende la necesidad de focalizar parte del esfuerzo en profundizar el conocimiento de esta situación 

A partir de la detección de necesidades, desafíos y posibilidades en distintas áreas de la universidad, se propone un enfoque transdiciplinar para propender a la mejora de procesos: de enseñanza y aprendizaje, de gestión universitaria y de investigación en la UNQ a partir de la búsqueda, desarrollo y experimentación de soluciones potenciadas por el uso de tecnologías de la información y comunicación (TIC) que puedan ser implementadas por la  Universidad Nacional de Quilmes facilitando su incorporación a la Era Digital. Para esto se establecerá un laboratorio abierto que organice la investigación, la identificación de problemáticas y necesidades y el desarrollo de soluciones y productos
También se indagará sobre las posibilidades de desarrollo de una  Plataforma para Voto Electrónico en las elecciones universitarias en UNQ. 


Facultad de Artes y Diseño – Centro de Innovación y Desarrollo (FAD – CID)

Área de Tecnologías para el Aprendizaje y la Comunicación perteneciente a la FAD UNCUyo.


Centro de Investigación Transmedia

Transmedia es un Centro de Investigación de la Universidad de Caldas que genera nuevo conocimiento, produce desarrollo tecnológico y transfiere resultados de investigación.

Se enfocan en la creación y divulgación del conocimiento en formatos sencillos y atractivos, a partir de dos áreas estratégicas: educación virtual y creación de Estrategias de Transferencia del Conocimiento.

Crean contenido educativo digital comprensible. Construyen Objetos Virtuales de Aprendizaje. Desarrollamos Plataformas Virtuales Online y Offline. Es un equipo interdisciplinar con expertos en múltiples áreas del conocimiento con énfasis en I+D+i (Investigación + Desarrollo + Innovación). Tienen experiencia de consultoría en diseño e implementación de estrategias para la innovación educativa con entidades públicas y privadas.

 


Laboratorio de Innovación en Gobernanza, Gestión y Políticas Públicas (GOBLAB)

Los estudios y desarrollos de perspectivas alternativas de las políticas públicas constituyen uno de los retos y desafíos que las diferentes realidades sociales y políticas, tanto de Colombia como de la región. Estos han emergido ante la insuficiencia de los enfoques tradicionales por generar herramientas que permitan un análisis más completo de las políticas, que tenga en cuenta los contextos y características propias de los procesos llevados a cabo en estos territorios, y, de esta manera, promover la construcción de respuestas que impacten de una manera más acertada estas realidades.

Es por esta razón que el grupo APPGP busca fortalecer su identidad a partir de estas perspectivas alternativas, que permita su consolidación como referente en el campo de análisis de las políticas, gracias a la contribución de nuevas ideas que se articulan con desarrollos existentes, como por ejemplo la innovación pública, en donde convergen la comunidad académica y la sociedad, y permiten la creación de escenarios de participación ciudadana y fortalecimiento de la democracia, que llevan a generar nuevas respuestas y soluciones a las diferentes problemáticas sociales que se presentan.


Laboratorio de Innovación para la Paz – LabPaz

El Laboratorio de Innovación para la Paz en Colombia es un generador de espacios de colaboración, capacitación y acompañamiento, que reúne a jóvenes de diversas regiones del país, con diferente nivel educativo, género, origen étnico, condición social y económica, para desarrollar procesos de co-creación con herramientas, habilidades y tecnologías que respondan a la resolución de los desafíos de sus comunidades en escenarios de construcción de paz.


Glasgow Caledonian University

Glasgow Caledonian University es una universidad distintiva, inclusiva y con visión de futuro que está comprometida con su misión social de promover el bien común. Se ha convertido en un centro internacional de excelencia en educación superior, promoviendo la empleabilidad y la ciudadanía global. Tienen una tradición de ampliar el acceso a la educación superior para personas talentosas, independientemente de sus antecedentes, y aprovechar el capital intelectual y social para el beneficio de las comunidades de Escocia e internacionales.


Escuela de Ciencia Política – Universidad del Zulia

En el lapso comprendido entre 1881 y 1891 y tras múltiples gestiones y diligencias realizadas por los sectores intelectuales, comerciales y culturales, se firmó el decreto elección que convirtió el Colegio Federal de Primera Categoría de Maracaibo, en Universidad del Zulia. Para ese año de la creación de la Universidad del Zulia, prevalecía en la región una situación política muy particular: un año antes, en 1890, se presentó un proyecto de reforma de la Constitución de Venezuela vigente para ese momento, en el cual el estado Zulia reclamaba su derecho a constituirse en un estado federal, independiente y autónomo del resto de los estados que conformaban la República de Venezuela.

Desde la coordinación del servicio comunitario, se realiza una importante labor a fin de  articular a nuestros líderes  estudiantiles  con los gobiernos regionales y locales,  como también con  las organizaciones sociales, para llevar a cabo procesos de formación ciudadana  que permitan coadyuvar con el real ejercicio de la participación ciudadana.